O idoso pede dignidade

 Por Rafael Bellini

 

Há alguns anos os idosos exerciam um papel de fundamental importância no desenvolvimento socioeconômico das cidades, por serem considerados sinônimos de lembranças e sabedoria. Hoje percebemos um descaso e desprezo com esse grupo social, que tanto já contribuiu para o desenvolvimento de políticas públicas e privadas.

 

Nos últimos 50 anos a expectativa de vida do brasileiro aumentou 20 anos, atingindo a marca de 66 anos. No entanto isso não gera alegrias, pois a nossa sociedade não está acostumada com isso, e medidas imediatas, como a criação de políticas públicas, tem que ser tomadas.

 

Para combater essa realidade existem muitas alternativas. Entre elas a atividade física, que ajuda na melhor função do organismo do idoso, que apesar da idade cronológica pode manter-se ativo por mais tempo. Mas esse é só um pequeno exemplo, perto do mundo de opções que temos para ajudar as pessoas da 3ª idade.

 

É preciso esclarecer o papel do idoso na sociedade, para que assim mudemos a situação atual, e só com programas de ajuda, desenvolvimento de políticas públicas, através de parcerias da sociedade com os órgãos governamentais, tornaremos digna a vida dos nossos idosos.

 

O que você acha do papel do idoso em nossa sociedade? Sua opinião é muita válida, comente.



 Escrito por Carla, Elaine e Rafael às 04h49 PM
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Uma visão além de fronteiras

 Por Carla Carolina

 

O homossexualismo já foi considerado doença mental ou crime. Seguindo esta lógica, a legislação brasileira considera casamento somente a união de caráter monogâmico e heterossexual, assegurando proteção estatal à união estável, somente entre parceiros de sexos diferentes. Portanto, sejam de fatores religiosos, históricos ou jurídicos, resulta-se em uma sociedade de cultura machista, excludente e preconceituosa com relação à união homoafetiva.

 

 Apesar de raros, já existem algumas adoções por homossexuais no Brasil, porém ainda individuais. Um exemplo é o caso de Marcos, que mora no Rio de Janeiro e, mesmo tendo assumido a condição de homossexual, o juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro permitiu que ele fosse pai de João: "No caso de João, há muito que sonhava ter uma família. Mas, para crianças mais velhas e de cor negra como ele, nunca é tão simples ou rápido encontrar pais adotivos”. Agora João conta com o pai Marcos e o tio Alexandre, os quais não escondem o forte desejo de manter a família que conquistaram.
             

Sendo assim, fica claro que a adoção por homossexuais é possível e justa. Não se pode negar, principalmente àqueles que são órfãos, o direito de fazer parte de uma família, de receber carinho, proteção e amor, não importando a opção sexual de seus pais.

             

Porém, nem tudo são flores. A criança que é adotada por um casal que não seja heterossexual, sofre um prejuízo quanto o aspecto patrimonial, já que essa criança terá os direitos que dizem respeito à filiação, guarda, alimentação, referentes a uma só pessoa, o adotante, e não ao casal.

            Acima de tudo, essas crianças que são órfãs, precisam de uma família, seja ela hetero ou homossexual, que lhes dêem amor, carinho, proteção, mas que principalmente as entendam e possam cuidar delas como outra criança qualquer.

 

Giselda Hironaka resume essa situação de maneira sábia: "Biológica ou não, oriunda do casamento ou não, matrilinear ou patrilinear, monogâmica ou poligâmica, monoparental ou poliparental, não importa. Nem importa o lugar que o indivíduo ocupe no seu âmago, se o de pai, se o de mãe, se o de filho; o que importa é pertencer ao seu âmago, é estar naquele idealizado lugar onde é possível integrar sentimentos, esperanças, valores, e se sentir, por isso, a caminho da realização de seu projeto de felicidade pessoal."



 Escrito por Carla, Elaine e Rafael às 10h42 AM
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Amor, carinho, solidariedade e receptividade, mais uma vez!

 Por Carla Carolina

 

No último dia nove, fomos recebidos mais uma vez com muito carinho no Lar da Mamãe Clory. Essa foi uma das inúmeras visitas em que eu e mais alguns amigos fizemos ao que se pode chamar de um lar de carinho. Como sempre, Mamãe Clory nos recepcionou com um enorme sorriso no rosto e aquele ar único de pureza.

 

Andamos pela entidade, fomos até o Núcleo de Educação Infantil, a Ala dos Idosos, ao refeitório, e tomamos o café da tarde com dona Clory. Filmamos o local, tiramos algumas fotos...Fizemos um relatório quase completo de todo o amor e solidariedade que circula naquele lugar. Amor e solidariedade, talvez sejam estas as palavras, simples, porém ideais para definir o Lar da Mamãe Clory. 

 

Lar da Mamãe Clory



 Escrito por Carla, Elaine e Rafael às 09h38 AM
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O descaso dos asilos

 Por Rafael Bellini

 

O abandono de idosos pelas suas famílias é algo errôneo em nossa sociedade. Abandonar um parente em locais que não têm a mínima condição de recebê-lo é inadmissível. Em pesquisa realizada pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp) no mês de agosto de 2004, asilos da cidade de São Paulo não apresentavam as mínimas condições para amparar um idoso.

 

Em 29 asilos visitados na zona sul de São Paulo, apenas 4 apresentaram estrutura necessária para receber os idosos. Os demais não correspondiam às exigências feitas pela “política nacional do idoso” elaborada pelo Ministério Público. O número de leitos nos locais é insuficiente,  as instalações sanitárias são inadequadas, há carência de profissionais em medicina, entre outras deficiências.

 

Como se não bastasse o abandono dos idosos pelas famílias, há também o descaso das instituições que os recebem, e se eles não ficarem em alguma delas não terão para onde ir. Precisamos rever os valores de nossa sociedade, ou será que os jovens e adultos pensam que não vão atingir a terceira idade?

 

            Comente, de sua opinião sobre o assunto e saiba mais sobre esse descaso com idosos clicando aqui.



 Escrito por Carla, Elaine e Rafael às 08h01 AM
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"Qual a sua opinião sobre os livros de auto-ajuda para o público infanto-juvenil?"

Eles são apropriados para o público alvo.
Confunde a cabeça da criança.
Ajudam os pais a iniciar um diálogo.
Não estimula a criança pensar e criar seus próprios conceitos.